O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, negou nesta quarta-feira um pedido de Wilson Witzel (PSC) para retornar as suas atividades no governo do Rio de Janeiro. Com isso Witzel continua afastado do cargo.

O governador afastado recorreu ao STF contra a decisão do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o retirou provisoriamente do cargo, sendo assim, permanecerá afastado por 180 dias.

O ministro cita questões técnicas para basear sua decisão, mas afirma segundo decisão do STF, é possível decretar o afastamento de governador de estado desde que seja uma ordem judicial fundamentada, e não tenham prazo indeterminado.

IMPEACHMENT DE WITZEL

O governador afastado, Witzel, está enfrentando um processo de impeachment. Dessa forma, este é baseado em uma operação da Polícia Federal, que investiga desvios em recursos destinados para saúde durante a pandemia do novo coronavírus.

Wilson Witzel tem se manifestado nas redes sociais, alegando que está sendo “vítima de uma perseguição política”.

“Estou passando por um linchamento político que interfere na governabilidade do Estado. Não tive possibilidade de ampla defesa. Meu afastamento, pela forma incomum como aconteceu, vem sendo discutido por vários juristas. Provarei minha inocência”. afirmou em seu twitter.

“Provarei minha inocência na Justiça. No entanto, o linchamento político do qual sou vítima deixará marcas profundas no estado do Rio de Janeiro. Meu afastamento, da forma como está sendo conduzido, fragiliza as instituições e representa uma ameaça concreta à democracia”, completou o governador afastado.

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