A PGR apresentou uma nova denúncia contra o Governador afastado do RJ, Wilson Witzel, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, apontou Wilson Witzel como chefe de uma organização criminosa.

Conforme a sub-procuradora, o grupo atuou do mesmo jeito em relação às demais organizações criminosas. Estas envolveram os últimos dois ex-governadores, na estruturação bem como nas divisões de tarefas em quatro núcleos básicos:

  • Econômico
  • administrativo
  • financeiro-operacional
  • político.

Além de Witzel, foram denunciados Helena Witzel, Lucas Tristão do Carmo, Gothardo Lopes Netto, Pastor Everaldo, Edson da Silva Torres, Edmar José dos Santos, Victor Hugo Amaral Cavalcante Barroso, Nilo Francisco da Silva Filho, Cláudio Marcelo Santos Silva, José Carlos de Melo e Carlos Frederico Loretti da Silveira (Kiko).

“Nesse diapasão, a organização criminosa, somente com esse esquema ilícito de contratação de organizações sociais na área de saúde, tinha por pretensão angariar quase R$ 400 milhões de valores ilícitos, ao final de quatro anos, na medida em que objetivava cobrar 5% de propina de todos os contratos”, explica a subprocuradora-geral da República.

IMPEACHMENT WITZEL

Witzel deve permanecer 180 dias afastado do cargo de governador do Rio de Janeiro, que foi determinado a partir da Operação Tris in Idem, um desdobramento da Operação Placebo, que investiga atos de corrupção em contratos públicos.

FONTE: Ministério Público Federal

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