Sergio Moro e Flávio Bolsonaro: A perseguição aos homens do Presidente

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Ministério Público do Rio erra no caso Flávio Bolsonaro e a caça ao Sérgio Moro. Promotores irresponsáveis citam imóveis que nunca foram dele e Sérgio Moro tem seu celular hackeado e conversas do whatsapp manipuladas. Há quem interessa destruir o ministro e o filho do presidente?

Parece que existe um interesse em vazar informações dos “homens de Jair Bolsonaro”, seu filho Flavio Bolsonaro, conhecido como “01” e o ministro Sérgio Moro, chamado de “o super ministro”.

Em 18 de janeiro de 2019, um encontro antiético entre José Eduardo Ciotola Gussem, foi flagrado com o jornalista da Rede Globo Octávio Guedes, dias antes da Rede Globo dar um “furo” de reportagem sobre o processo de Flavio Bolsonaro. Uma reportagem um tanto quanto duvidosa, com informações obscuras. O encontro foi fotografado por um anônimo que postou a foto em redes sociais com o intuito de denunciar as manobras que o MP em conluio com a Rede Globo estavam tramando para derrubar o senador e por consequência atingir seu pai, Presidente da República.  

Ressalto que a Rede Globo está em crise financeira, cancelando quadros de sua grade de programação, bem como despedindo artistas e os que se mantém na emissora, seus salários estão sendo reduzidos. O que nos levanta uma dúvida: Quanto a Globo recebia dos governos anteriores para manipular informações pró- governo?  

Mas não é somente o vazamento mentiroso e criminoso que assombra o processo do senador. Houve também a quebra de sigilo bancário sem autorização judicial e, por fim, os promotores que o investigam cometeram diversos erros na petição a partir da qual a Justiça determinou uma devassa nas contas do senador. Tal autorização judicial para a quebra de sigilo bancário de Flavio Bolsonaro somente foi expedida para justificar a quebra e divulgação anterior.

Os promotores do Ministério Público, ao falarem sobre um negócio que envolve 12 salas comerciais, escreveram que o parlamentar adquiriu os imóveis por mais de R$2,6 milhões, entre 2008 e 2010, quando, na verdade, os imóveis que, segundo relato do Ministério Público são “12 salas no luxuoso condomínio comercial Barra Prime”, não estão quitados e continuam sendo pagos em prestações por outra empresa que assumiu a dívida.

Ainda consta como erro dos promotores as pessoas que foram alvos de quebra de sigilo sob a alegação de serem assessores do senador quando o mesmo era deputado estadual, alegação essa que não é verdadeira. Três pessoas que tiveram seus sigilos quebrados nunca foram nomeadas por Flávio Bolsonaro e sim faziam parte do gabinete da liderança do PSL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O senador, ao assumir o cargo, as demitiu.   

Outro erro que devemos trazer à tona é a remuneração de Queiroz, onde o Ministério Público considera apenas o salário do gabinete e ignora a renumeração da Polícia Militar.

Para fechar o roll de erros graxos do Ministério Público do Rio de Janeiro, de acordo com informações da Folha, há erros também na indicação do volume de saques feitos por Queiroz em dois dos três períodos apontados.

Se a trama contra o senador não lhe causa náuseas, o hackeamento do celular do Ministro da Justiça Sérgio Moro com certeza causará. O Ministro teve o seu aparelho celular invadido na última quinta-feira (06.06) e por uma estranha coincidência, o conteúdo está em posse de Glenn Greenwald, fundador do The Intercept Brasil e companheiro de David Miranda, suplente de Jean Wyllys, ex-deputado federal do PSOL, que abandonou seu cargo para que David assumisse.

David Miranda é acusado no Reino Unido de envolvimento com espionagem e terrorismo. Segundo a polícia britânica, Miranda tentava transportar documentos do ex-agente de inteligência americana Edward Snowden. Greenwald, seu namorado, também ficou conhecido nas eleições por robusta defesa do ex-presidente e presidiário Lula e por propagar matérias cuja informações eram duvidosas, bem como fake News a respeito do então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro.

O site, de caráter duvidoso, reproduziu as mensagens, de forma parcial e sem “prints” para corroborar a matéria, entre os procuradores da Lava Jato e entre o ministro e Deltan Dallagnol, durante a condução do processo do triplex que condenou Lula.

Glenn Greenwald, que possui fortes ligações com o ex-presidente e atual presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, vulgo Lula, cometeu crime cibernético. Invadir um celular bem como dar publicidade ao conteúdo sem a autorização dos envolvidos é crime, mesmo que o invasor seja um jornalista. Se isto aconteceu a um ministro e todos se calaram, a nossa privacidade e liberdade estão claramente em risco.

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que se manteve alheia aos erros do Ministério Público no processo do Senador Flávio Bolsonaro, aos ataques ao Presidente da República Jair Bolsonaro e ao fim da investigação contra Adélio Bispo – homem que tentou assassinar Jair Bolsonaro quando este era candidato à presidência – bem como não emitiu qualquer nota de repúdio ao caso do menino Rhuan, que foi castrado, violentado sexualmente, ficou em cárcere privado, torturado e assassinado de forma cruel pela sua mãe e companheira, agora se pronuncia, pedindo o afastamento temporário de Moro e Dallagnol, baseada na reportagem do The Intercept Brasil.

Para a entidade, o afastamento é necessário para preservar a independência e imparcialidade do Poder Judiciário, a liberdade de imprensa e a prerrogativa Constitucional de sigilo da fonte. A entidade também afirma ter ficado “perplexa” não só pelo conteúdo das conversas gravadas, “que ameaçam caros alicerces do Estado democrático de Direito”, mas também pelo fato de autoridades públicas supostamente terem sido hackeadas, “com grave risco à segurança institucional” e afirma que há “possível relação de promiscuidade” na condução de ações penais no âmbito da Lava Jato. A OAB só não explicou por que o TRF-04, o TJ e o STF acataram as decisões de Sérgio Moro.

O atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, tem lado. Filho de um desaparecido político, segundo ele morto no Regime Militar, é contra a prisão em 2ª instancia. Seu pai era estudante da Universidade Federal Fluminense (UFF), servidor público e líder estudantil que participou da Juventude Universitária Católica (JUC), movimento da igreja católica reconhecido pela hierarquia eclesiástica, e que depois integrou a Ação Popular (AP), organização de esquerda contrária ao regime. Felipe também é favorável ao fim da operação Lava Jato.

Ainda segundo informações do Jornal da Cidade, o escritório de advocacia de Felipe Santa Cruz recebeu R$1,26 milhões de um órgão estatal, durante o governo Dilma Rousseff. O escritório foi contratado sem licitação pelo Serviço nacional de Processamento de Dados (SERPRO) no dia 18 de dezembro de 2014, para prestar supostos serviços advocatícios perante ao TRT-1 e ao TST. De acordo com o artigo escrito por Otto Dantas, em 12.02.2019, o advogado tem um contrato de R$ 2,5 milhões de reais com a Petrobrás. O interesse de acabar com a Lava Jato e seus envolvidos, vai além da questão ideológica. É interesse pessoal.

Nos resta quatro dúvidas:

– Quem esta por trás de Adélio Bispo?

– Por que querem destruir as pessoas mais próximas de Jair Bolsonaro?

– Por que Greenwald não invade os celulares dos parlamentares petistas e psolistas em nome da liberdade de impressa e publicidade de fatos de interesses da sociedade?

– Qual seria a pena se caso o celular da conhecida corrupta Gleisi Hoffmann que preenche a lista da Odebrecht com as alcunhas “amante” e “coxa” fosse hackeado e as mensagens publicadas? Lembrando que o marido de Gleisi, presidente do PT, Paulo Bernardo, é réu, junto com Lula e Pallocci. São suspeitos de terem recebido propina da construtora Odebrecht em troca de favores políticos.