Nesta quinta-feira (26), o STF foi informado pela Advocacia Geral da União, que o Presidente Bolsonaro abriu mão de depor no inquérito que apura as acusações do ex-ministro Sergio Moro se ele tentou interferir na Polícia Federal (PF).

“Assim, o Peticionante vem, respeitosamente, a presença de V. Exa., declinar do meio de defesa que lhe foi oportunizado unicamente por meio presencial no referido despacho”, disse a AGU.

A AGU informou que “roga pronto encaminhamento dos autos para polícia Federal para elaboração de relatório final a ser submetido, ato contínuo, ainda dentro da prorrogação em curso, ao Ministério Público Federal”.

Conforme a Advocacia “a publicação do inteiro teor de gravação da Reunião Ministerial de 22 de abril de 2020 demonstrou completamente infundadas quaisquer das ilações que deram ensejo ao presente Inquérito, o mesmo valendo para todos os demais elementos probatórios coletados nos presentes autos.”

A investigação está parada no aguardo de outra decisão do STF, relacionada ao formato do depoimento do presidente Jair Bolsonaro à PF. Então relator do caso, o ministro Celso de Mello votou pela definição de um depoimento presencial – foi o último voto de Mello antes da aposentadoria. A Advocacia-Geral da União quer que Bolsonaro possa se manifestar por escrito.

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*Informações, Gazeta Brasil

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