Segundo o ranking da Economática, a Petrobras começou o ano como a empresa mais valiosa da América Latina. Ela saiu de uma dívida bruta de mais de US$ 160 bilhões para US$ 59,7 bilhões, chegando a um nível saudável com um ano de antecedência.

No terceiro trimestre de 2021, a empresa registrou lucro de R$ 31,14 bilhões, revertendo o prejuízo de igual período do ano passado.

Devido ao avanço da vacinação e o aumento do consumo de gasolina e óleo diesel, o caixa da empresa ficou mais ‘gordo’. Além disso, a estatal contou com um dinheiro extra que entrou devido ao acordo firmado com sócios chineses no pré-sal e a alguns benefícios tributários.

Com a dívida e o caixa saneados, a companhia inaugura um novo ciclo de desenvolvimento. Vai pôr em operação 15 novas plataformas de última geração nos próximos cinco anos. São projetos que trarão aumento da capacidade de exploração e de produção, maior eficiência e menor emissão de gases de efeito estufa por barril produzido. 

O Plano Estratégico 2022-2026 prevê investimento de US$ 6,1 bilhões no refino nos próximos cinco anos. A empresa ressaltou que buscará projetos para posicionar a companhia entre as melhores refinadoras do mundo em termos de eficiência e desempenho operacional, com produtos de maior valor agregado e menor emissão de carbono.

“Com a sustentabilidade financeira recuperada, a empresa está preparada para investir em novas fronteiras exploratórias, como a Margem Equatorial no Norte e Nordeste do país e nas águas profundas de Sergipe. E essas novas operações se traduzirão em mais reservas provadas e mais empregos, arrecadação e desenvolvimento das economias regionais. Tudo isso aliado aos compromissos de segurança e da transição energética para uma economia de baixo carbono, a partir de uma produção com menores emissões e menores custos”, afirma a empresa em nota.

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