Tudo o que é para controle do cidadão se apresenta de uma forma que finge ser para seu bem ou para bem comum, mas na verdade estamos falando de mais uma ferramenta de controle.

Abaixo, leia a matéria que saiu em Israel.

Israel lançou na segunda-feira a “pulseira da liberdade” para viajantes que vêm ao país em um momento em que o coronavírus (Covid-19) está ressurgindo em todo o mundo. As autoridades estão dando as pulseiras que os isentam de serem enviados para um hotel de quarentena.

Israel obriga todos os que chegam do exterior a cumprir período de quarentena, porém, os viajantes portando documentação comprovando que completaram a vacinação dupla contra o vírus, ou aqueles que se recuperaram da doença, poderão pular a quarentena, desde que façam um teste de vírus um pouco antes e na chegada ao país, com os dois testes sendo negativo.

Isenções da quarentena são concedidas a crianças pequenas que viajam sozinhas, idosos, mulheres grávidas e outros casos semelhantes em que ficar em hotéis seria impraticável.

As passagens aéreas e terrestres para Israel estão praticamente proibidas desde 25 de janeiro, com o Aeroporto Ben Gurion fechado para todos, exceto alguns voos especiais de companhias aéreas israelenses para trazer de volta cidadãos retidos no exterior. Autoridades de saúde temem que mais cepas contagiosas do coronavírus possam chegar ao país vindas do exterior, como é o caso da chamada mutação britânica, que hoje responde por quase todas as novas infecções por COVID-19 no país.

Aqui está tudo o que você precisa saber sobre o esquema:

  • O programa piloto começou na segunda-feira com 100 “pulseiras da liberdade” entregues aos viajantes que chegam no Aeroporto Ben Gurion. A pulseira notificará as autoridades se os viajantes violarem um período de isolamento obrigatório.
  • O sistema inclui uma pulseira eletrônica, um smartphone e um rastreador montado na parede.
  • A pulseira é fina, leve e à prova d’água.
  • O sistema alerta as autoridades se alguém remover a pulseira ou se aventurar muito longe do monitor residencial.
  • A pulseira foi fabricada pela SuperCom, que disse em um comunicado que há um potencial para o piloto se expandir rapidamente em um projeto que consiste em milhares de unidades para uso em maior escala para auxiliar no cumprimento da quarentena em Israel. O CEO da empresa, Ordan Trabelsi, disse ao Jerusalém Post.
  • O projeto-piloto foi lançado no mesmo dia em que o tribunal superior de Israel decidiu que o governo deve restringir o uso da agência de espionagem doméstica para rastrear infecções por coronavírus. Disse que a vigilância “draconiana” constituía um golpe para a democracia.
  • O governo israelense começou a usar as tecnologias de vigilância do Shin Bet em março de 2020, quando as infecções por Covid-19 começaram a aumentar.

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*Informações, The Times Of Israel

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