O setor de serviços cresceu 2,9% em agosto frente a julho, influenciado por resultados positivos em quatro das cinco atividades pesquisadas.

Apesar dos dados divulgados pelo instituto, mostrarem que o volume subiu pelo 3º mês consecutivo, acumulando alta de 11,2% neste período o resultado não foi suficiente para recuperar as perdas de 19,8% de fevereiro a maio, quando as medidas de isolamento social se intensificaram na pandemia de covid-19.

Os destaques foram para serviços prestados às famílias (33,3%) e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (3,9%). Os demais avanços vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,0%) e de outros serviços (0,8%).

O único resultado negativo em agosto ficou com os serviços de informação e comunicação (-1,4%). O setor acumula perda de 9% de janeiro a agosto deste ano e de 5,3% nos últimos 12 meses.

O volume de serviços registrou o menor patamar da série histórica, iniciada em dezembro de 2012. O setor, no entanto, ainda está 9,8% abaixo do patamar registrado em fevereiro, no período pré-pandemia. Segundo o IBGE, houve quedas em quatro das cinco atividades.

Os serviços prestados às famílias (-43,8%), os serviços profissionais, administrativos e complementares (-14,0%) e os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-8,5%) foram as principais influências negativas sobre o volume total de serviços.

No acumulado do ano, o setor caiu 9%. Em 12 meses, recuou 5,3%.

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