Hackers presos, COAF e o passado de Glenn

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Entre filmes pornográficos, defesa a neonazista e celulares invadidos, Polícia Federal abala o mundo de Glenn Greenwald.

Na terça-feira (23.07) a Polícia Federal prendeu 04 hackers envolvidos com a invasão dos celulares de ministros, parlamentares, do Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, Raquel Dodge e até do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.  

Entre os envolvidos estão um Dj, sua esposa e um amigo de infância. Os dois homens são de Araraquara e se conhecem desde a infância e ambos têm passagens pela polícia.

Gustavo Henrique Elias Santos é DJ e foi preso por receptação e falsificação de documentos em 2015. Foi condenado a seis anos e seis meses de reclusão em regime semiaberto. Na terça, foi preso em um apartamento em São Paulo junto com a esposa. Com eles foi apreendido R$ 100 mil reais em espécie. Sua esposa, Suelen Priscila de Oliveira, não tem passagem pela polícia.

O advogado do casal argumentou que além do trabalho como DJ, eles compram e vendem Bitcoins, o que justificaria os 100 mil reais em espécie apreendidos pela Polícia Federal.

Como informa O ANTAGONISTA, notas de R$ 50,00 reais compõem a maior parte dos R$100 mil em espécie apreendidos.

Walter Delgatti Neto, mais conhecido como “Vermelho” foi preso em 2015 por falsidade ideológica e em 2017 por tráfico de drogas e falsificação de documentos. Já foi condenado por usar o cartão de crédito de outra pessoa, tráfico, estelionato e falsificação. Foi preso e Araraquara.

Em 2015 Gustavo Henrique e Walter Delgatti foram detidos dentro de um parque temático em Santa Catarina. Na ocasião, Santos foi ouvido e liberado, mas Delgatti ficou preso por falsidade ideológica, por ter apresentado uma carteira vermelha com as inscrições da Polícia Civil. Dentro de seu carro havia uma arma e munições, segundo informações do G1.

Danilo Cristiano Marques, preso em Ribeirão Pires, já foi condenado por roubo.

Walter Delgatti Neto

Em seu perfil do Twitter foi reativado recentemente, na mesma época em que começaram os vazamentos de mensagens atribuídas a integrantes da Lava Jato como informa a Revista Crusoé.

No perfil da rede social, Delgatti compartilhava ataques à Lava jato e ao governo Bolsonaro. É filiado ao DEM, mesmo partido do MBL (Movimento Brasil Livre).

Com uma certa admiração as posições do ministro do STF Gilmar Mendes, sua publicação fixada é um trecho de um pronunciamento com críticas pesadas feitas pelo citado ministro aos integrantes da Lava Jato. Gilmar chegou a chamar os procuradores da Lava Jato de “cretinos”.

Após prisão, Walter, que é considerado o líder do grupo confirmou à Polícia Federal ter sido responsável pela invasão dos celulares de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outras autoridades dos três poderes, como informa O ANTAGONISTA.

Cooperando com as investigações, Delgatti permitiu que a Polícia Federal tivesse acesso a todos os seus arquivos armazenados em nuvem e confirmou aos investigadores que o material divulgado pelo Intercepet é proveniente das invasões. Segundo Delgatti, ressalta O ANTAGONISTA, houve sequestro da linha para simular conversas com terceiros.

Os problemas mentais de Walter Delgatti. Versão 2.0 do Adélio Bispo?

O advogado de Delgatti, Luiz Gustavo Delgado declarou que seu cliente tem problemas psiquiátricos. A Revista Fórum informou que o advogado levou alimentos, um cobertor e remédios de uso controlado para Delgatti, nesta quarta-feira (24), na Polícia Federal (PF) em Brasília. Lembrando que Delgatti – ou Vermelho –

Parece que o advogado se inspirou na linha de defesa adotada pelos 04 advogados de Adélio Bispo, homem que deu a facada em Jair Bolsonaro.

COAF NA TRILHA DOS R$ 630 MIL

Segundo informações da Crusoé, as movimentações no valor de R$ 203 mil foram realizadas em uma conta aberta no Banco Original, entre abril e junho de 2018. A mulher de Gustavo, Suelen Oliveira, também registrou transações atípicas entre março e maio deste ano.

Os valores foram considerados incompatíveis com a renda do casal.

No dia 15.07.19, o ministro e presidente do STF, Dias Toffoli, notificou o COAF e a Polícia Federal para que esclarecessem qualquer investigação nas contas de Glenn Greenwald. Após negativa dos órgãos, o partido Rede Sustentabilidade entrou com recurso no STF para barrar toda e qualquer investigação conta o pseudo-jornalista.

O PASSADO DE GLENN

O pseudo-jornalista que é ‘casado’ com o deputado federal do PSOL David Miranda que na qual foi expulso do Reino Unido por suspeita de espionagem em 2013, é suspeito de comprar o mandato de Jean Wyllys para que o mesmo sustente, no exterior, a falsa narrativa de perseguição e ameaça, tem um passado moralmente questionável.

Protagonista dos vazamentos das mensagens (que não possuem qualquer perícia para auferir a autenticidade do conteúdo) da equipe operacional da Lava Jato, o americano malvisto em seu próprio país, tem uma grande experiência no submundo da pornografia e no consumo de drogas.

Segundo informações do site TERÇA LIVRE, Glenn foi internado às pressas na última sexta-feira (26.7), com infarto. A causa do infarto foi excesso de cocaína consumida pelo jornalista na noite de sexta-feira.

Mas não é somente excesso de cocaína que torna a vida de Glenn obscura. Nos anos 90, quando atuava como advogado, ele defendeu por 05 anos um nazista chamado Matthew Hale, após o racista ordenar um ataque terrorista que vitimou um homem negro, assassinado de forma cruel, na frente dos seus filhos pequenos.

O militante travestido de jornalista, aliado de Edward Snowden – o espião americano que hoje reside na Rússia -, foi uma grande figura no ramo da pornografia gay, nos EUA como informa o AGORA PARANA (site parceiro do UOL). Segundo informações repassadas por Oswaldo Eustáquio, Glenn alavancou uma empresa que fazia filmes pornográficos com segredos que passam longe da moralidade. Após romper com o seu sócio, ele iniciou um site com a mesma finalidade, o “hairystuds.com”.

Gleen e David Miranda adotaram dois meninos brasileiros para conseguir permanecer no Brasil e esta informação não foi checada pela agência de adoção. Greenwald tentou, na semana passada, um visto de emergência para levar os filhos para os Estados Unidos, segundo o próprio Greenwald para que seus filhos pudessem ver a avó que está na iminência de morrer de câncer.

José Neumanne Pinto, em sua coluna no Estadão ressalta que o verdadeiro estofo do caráter do manipulador do conta-gotas mais temido do Brasil mostra que “o escritório do cartório do condado de Nova York mostra que Greenwald tem US$ 126.000 em sentenças abertas e contra ele datando de 2000, incluindo US$ 21.000 do Departamento de Impostos do Estado e da Secretaria da Fazenda. Também fala de um penhor de US $ 85.000”.

O mártir da liberdade de imprensa brasileira, que foi carinhosamente abraçado e protegido (por 40 advogados, entre eles integrantes da OAB) pelos partidos políticos de esquerda e pelo ministro Dias Toffoli tem um passado desalumiado e um presente criminoso.

Envolvido com pornografia, grupos neonazistas, vazamento de informações, drogas, espionagem e compra de mandato, o militante faz jus a ideologia que o domina. A promiscua, ardilosa e criminosa esquerda.