Na manhã desta terça-feira (18),  Boris Johnson, reforçou, que não tinha conhecimento sobre a festa realizada por membros de seu governo em maio de 2020, durante a primeira quarentena no país. Segundo ele, o evento tratava-se de uma reunião de trabalho.

“Não. Ninguém me disse que o que estávamos fazendo era, como você diz, contra as regras, que o evento em questão era algo, que iríamos fazer algo que não era um evento de trabalho”, disse Johnson quando questionado.

A declaração foi feita depois que Dominic Cummings, influente ex-conselheiro do premiê, o acusou de mentir no Parlamento na semana passada, quando se desculpou, mas alegou que o evento realizado não se tratava de uma festa. 

Nas redes sociais, o ex-conselheiro afirmou que ele próprio e outra pessoa avisaram Johnson de que a festa havia sido organizada pelo secretário particular Martin Reynolds, que enviou um e-mail para 100 membros do governo pedindo para que cada um “levasse sua bebida”.

“O primeiro-ministro foi avisado sobre esse convite, ele sabia que era uma festa, ele mentiu no Parlamento”, afirmou Cummings.

Além disso, ele afirmou que está disposto a “confirmar sob juramento” a acusação, e acrescentou que Johnson fez pouco caso de suas ações. Ele informou, ainda, que há outras testemunhas que podem confirmar o seu depoimento.

Boris Johnson está enfrentando grave crise em seu governo, decorrentes das festas que foram realizadas durante período de lockdown. Uma investigação foi aberta sobre essa e outras festas realizadas pelo governo, incluindo um evento na véspera do funeral do Príncipe Philip, em abril de 2021, período também de confinamento. 

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