Na Argentina, o índice de preços ao consumidor (IPC) registrou em dezembro uma alta de 50,9%, no intervalo de um ano, e de 3,8%, em comparação com novembro, segundo informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

O Instituto apontou ainda que o aumento nos preços de bebidas e alimentos (principalmente a carne) foi o de maior incidência em todas as regiões.

A variação em relação ao ano anterior ficou 0,3 ponto percentual abaixo dos 51,2% registrados no mês anterior, enquanto o aumento mensal do preço representa um salto de 1,3 ponto em comparação aos 2,5% de aumento mensal registrados em novembro.

De acordo com o relatório oficial, os produtos tiveram, no mês passado, uma variação positiva de 3,9% em relação a novembro, enquanto os serviços subiram 3,7% – números que chegam a 53,7% e 44,2%, respectivamente, em relação a 12 meses atrás.

Entre os aumentos registrados em dezembro, os maiores destaques ficaram com restaurantes e hotéis (5,9%), bebidas alcoólicas e tabaco (5,4%) e transportes (4,9%).

Mas a categoria de alimentos e bebidas não alcoólicas teve o maior impacto no índice global, com um aumento de 2,4% no último mês do ano. Os segmentos que apresentaram menores aumentos foram saúde (0,5%) e educação (1%).

Com uma inflação acumulada para todo o ano de 50,9%, foi superada a marca de 2020, quando os preços avançaram 36,1%. O governo do presidente Alberto Fernández havia projetado um aumento de apenas 29% para 2021.

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*EFE

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