Na última terça-feira (11), a Polícia Federal deflagrou a Operação Sirena, que tem como objetivo colher mais provas com relação a um grupo que facilitaria o sonho de realização de cirurgia plástica.

Entretanto, estariam na verdade arrecadando e gerindo recursos de terceiros, como se fosse um consórcio, sem autorização do Banco Central.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na Região Metropolitana do Recife (Iputinga, Piedade, Boa Viagem, Marcos Freire, Olinda) em empresa e residências.

Conforme os dados que já foram apurados pela Polícia Federal, os que aderiram ao projeto, foram distribuídos em grupos com os mesmos objetivos. Os prazos de duração e número de cotas eram previamente estipulados.

Eram estipulados também, a forma de sorteio entre os que aderiram para a utilização dos valores divididos em pequenas parcelas, conforme está prevista na Lei de Consórcio.

Foi observado também, que mesmo as pessoas contempladas nos sorteios e vinham pagando suas parcelas corretamente, não recebiam os valores para realização do procedimento estético. Sendo assim, apontando má gestão e apropriação indevida ou desvio do montante gerido.

A princípio, os envolvidos estão sendo investigados por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional que, somados, podem ser punidos com pena de reclusão de até 18 anos. 

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