O fim da contribuição sindical obrigatória, que foi sancionada pelo ex-presidente Michel Temer no ano de 2017, deixa os sindicatos bem perto de fecharem suas portas.

Isto porque, as contribuições sindicais tiveram uma queda significativa, chegando a 96% na arrecadação.

Outro grande impacto, é a redução pela metade da quantidade de novos sindicatos aprovados pelo governo.

Contudo, no ano da aprovação da reforma (2017), a contribuição foi superior a R$ 2 bilhões. Já em 2018 teve uma queda drástica, para menos de 300 milhões.

Em 2019, contando com os primeiros 11 meses do ano, pois dzembro ainda não foi contabilizado, o valor chegou a R$ 88 milhões, informa Portal R7.

Anteriormente, antes da obrigatoriedade da contribuição ser retirada, o trabalhador tinha um desconto em seu salário que era equivalente a um dia de trabalho.

A maior parte dos trabalhadores do Brasil, não está mais contribuindo financeiramente com os sindicatos,e portanto, causando preocupação nos sindicatos.

No final de 2017, vários sindicatos recorreram à justiça para tentar reverter a decisão e manter as cobranças obrigatórias. Entretanto, alguns conseguiram manter, e isto que freou a queda dos pagamentos.

CUT

No final de 2019, a CUT anunciou que, devido a problemas financeiros, teria que diminuir salários e horas de trabalho de seus colaboradoras, a fim de evitar demissões.

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