O ativismo político exercido por algumas mídias, acabou refletindo nos cofres das mesmas. Algumas empresas apostaram tudo o que tinham no governo PT, lutaram por um governo novo de esquerda, assim a mamata das “propagandas oficiais” do governo em suas revistas e jornais continuariam, desta forma o orçamento seria inflado por este dinheiro.

Acontece que com a promessa de Bolsonaro cortar estes gastos ridículos, este desmando com nosso dinheiro, visto que a melhor publicidade de um governo não é em jornais e revistas (pagos), mas sim o seu próprio governo, o que ele faz de bom ou ruim será sua propaganda.

A editora Abril que já estava capengando, agora foi a lona de vez, a família Civita que esta à frente da empresa à 68 anos, vendeu a editora para o advogado carioca Fábio Carvalho por um valor simbólico de 100 mil reais.

Com uma dívida de 1,6 bilhão e um ativismo político que atrapalhou os negócios da empresa, a Abril passa para outras mãos. Agora vamos esperar para saber se a Veja volta a fazer jornalismo verdadeiro, que uma limpeza nos editoriais da empresa comece também.

Renato Barros
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