Informa o antagonista o seguinte:

Geraldo Alckmin, presidente do PSDB, durante a reunião d executiva do partido, onde ficou ficou decidido qua os membros do partido estão liberados para escolherem os candidatos no segundo turno das eleições. Brasilia, 09-10-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder 360
A CCR, que atua no mercado de concessões de estradas, metrôs e aeroportos, e o Ministério Público de São Paulo vão anunciar hoje o fechamento de um acordo, no qual a empresa relata ter doado R$ 44 milhões para o caixa dois de políticos de São Paulo, em valores corrigidos, publica a Folha.

Os nomes dos políticos estão sendo mantidos sob sigilo, mas o jornal apurou que fazem parte do grupo:

– Geraldo Alckmin (R$ 5 milhões entregues ao cunhado do ex-governador, Adhemar Ribeiro, também citado pela Odebrecht como operador de recursos ilícitos para campanhas do tucano);

– José Serra (valor intermediado pelo empresário Marcio Fortes, também citado pela Odebrecht como operador do atual senador);

– e Gilberto Kassab, futuro chefe da Casa Civil do governador João Doria.

“Por ser concessionária de serviço público, a CCR é proibida por lei de fazer doações a partidos.

Para se livrar de processos que teria de responder, a empresa pagará uma multa de R$ 81,5 milhões para o governo paulista e destinará R$ 17 milhões para a construção da biblioteca da Faculdade de Direito da USP.”

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