O estado recluso “jogou uma bomba” em meio a negociações diplomáticas sobre o futuro das negociações de paz da Coréia.

A Coréia do Norte disse que voltará a realizar testes de mísseis balísticos intercontinentais e reabrirá seus testes nucleares, a menos que o governo de Donald Trump mude de posição.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Coréia do Norte disse que “a melhoria das relações e sanções é incompatível”.

“Os EUA pensam que suas repetidas sanções e pressões levam à ‘desnuclearização'”, afirmou.

“Não podemos deixar de rir de uma ideia tão tola.”

A Coréia do Norte disse que o levantamento das sanções lideradas pelos EUA seria uma resposta direta às “medidas proativas e de boa vontade” de Pyongyang – referindo-se à suspensão do país de produção e testes de armas nucleares.

A Coréia do Norte disse que poderia trazer de volta sua política “pyongjin” de avançar simultaneamente sua força nuclear e desenvolvimento econômico se os EUA não mudarem sua abordagem.

“Pyongjin” significa “avanço duplo”.

O país não chegou a ameaçar abandonar as negociações nucleares com os EUA, mas ainda acusou Washington de desrespeitar os compromissos assumidos pelo líder norte-coreano Kim Jong Un e pelo presidente Donald Trump na cúpula de junho em Cingapura para trabalhar por uma península coreana livre de armas nucleares.

A declaração marca a primeira vez que a Coréia do Norte ameaça retomar seu programa de armas nucleares desde a cúpula.

Informa o dailystar.

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