O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, anunciou que em um pacote de ações iniciais relacionadas a Israel e ao Oriente Médio, ele planeja fechar a embaixada da Palestina em Brasília.

“Palestina é um país? A Palestina não é um país, então não deveria haver embaixada aqui ”, disse Bolsonaro recentemente. “Você não negocia com terroristas.”

Bolsonaro, que venceu o segundo turno das eleições presidenciais no domingo – com 55,1% dos votos segundo o Tribunal Supremo Eleitoral – já deu fortes indícios de que ele mudará a embaixada de seu país de Tel Aviv para Jerusalém. Além disso, Bolsonaro afirmou que sua primeira viagem ao exterior será para Israel. A aparente mudança de direção na política externa do Brasil foi calorosamente recebida pelos cristãos Unidos por Israel.


Na segunda-feira, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, parabenizou Bolsonaro por sua vitória eleitoral e o convidou para Israel. A mídia também sugere que Netanyahu participará da posse do presidente brasileiro – representando a primeira vez que um primeiro-ministro israelense visitará o país.

Netanyahu tem sido criticado pelos círculos de esquerda pelo caloroso abraço de Bolsonaro, que muitos condenam por seus comentários. No entanto, durante décadas o Brasil tem sido altamente crítico em relação a Israel e as relações são legais, para dizer o mínimo, particularmente sob o líder do país – agora preso -, Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido popularmente como Lula.

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